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Postado em 29 de Março de 2018 às 08h19

Diretoria do Secovi Sul/SC participa de reunião da CBCSI, em Brasília

Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários discutiu, principalmente, o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical A nova diretoria do Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC) assumiu a gestão da entidade no mês de março e um de seus primeiros compromissos foi a reunião em Brasília (DF) junto a Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI), a qual representa os associados dos Secovis a nível nacional. Na oportunidade foram discutidos temas como o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, a aplicação de criptomoedas nas negociações imobiliárias, entre outros. ?Vivemos um novo tempo nas organizações sindicais após a queda da obrigação da contribuição sindical, então boa parte da reunião foi dedicada a esse assunto. Será preciso uma tomada de medidas para melhorar a receita dos Secovis e mantê-los com o devido funcionamento?, analisa o presidente do Secovi Sul/SC, Helmeson Cesar Machado. As medidas incluem tornar o sindicato mais atrativo, oferecendo vantagens aos associados, além de mostrar aos empresários do ramo imobiliário e da habitação de que forma o Secovi trabalha por eles. ?Antes, quando a contribuição era obrigatória, muitos empresários contribuíam sem ao menos saberem para que o sindicato serve ou o que oferece. Agora, essa aproximação é essencial?, destaca. Moedas digitais Sobre o uso de criptomoedas ? moedas digitais ? nas negociações imobiliárias, Machado afirma que esta já é uma realidade no eixo Rio-São Paulo e que deve se espalhar para todo o Brasil. ?O mercado imobiliário já está aceitando esse tipo de moeda nas negociações, inclusive existem imóveis cuja oferta é em Bitcoin (primeiro modelo de criptomoeda descentralizada). Porém, é algo muito novo, ainda existem muitas dúvidas, então o mercado precisa estar mais bem preparado?, pontua o presidente. Outros temas abordados - Avaliação do mercado de imóveis em 2017 (negativo do ponto de vista comercial, pois a alta taxa de juros aumentou a procura pelo aluguel e diminuiu a procura por compra e venda); - Desafios do mercado imobiliário em 2018 (perspectiva de reversão do quadro apresentado no ano passado, pois os juros já estão mais baixos); - Previsão de lei que regulamenta a profissão de síndico; - Perspectiva de revisão da lei do inquilinato ainda neste ano; - Antecipação da preparação do Congresso Nacional do Mercado Imobiliário (Conami) 2019.

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