NOTÍCIAS

Postado em 31 de Julho às 08h02

Mercado imobiliário estima crescimento de até 15% no segundo semestre

Mercado imobiliário estima crescimento de até 15% no segundo semestre



Empreendedores estão otimistas com a recuperação de mercado após anos de queda e estagnação.

O setor imobiliário do Sul catarinense inicia o segundo semestre de 2019 com otimismo. Isto porque existe expectativa de crescimento, quando comparado com o mesmo período do ano passado, principalmente na venda de imóveis. Na verdade, representantes do setor chamam isto de recuperação de mercado, tendo em vista as baixas em anos anteriores. No primeiro semestre, já houve um aumento nas vendas, ainda tímido, mas perceptível, o que deve crescer até o fechamento do ano.
Inclusive, a expectativa positiva vai além do território regional, como afirma o empresário do ramo imobiliário no município de Araranguá e presidente do Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC), Helmeson Cesar Machado.


Acreditamos que esse ano, inclusive a nível nacional, vai ter um balanço positivo no final. Tínhamos uma expectativa de crescimento entre 10 e 15% durante o ano inteiro. Ocorre que o nosso problema não é tanto financeiro, é mais de credibilidade política. Notícias negativas acabam prejudicando a vida das pessoas e o mercado como um todo, mas, dentro da expectativa, ainda temos um mínimo de 10 e um máximo de 15% de crescimento, isso nacionalmente também?, salienta Machado.
O empresário do setor imobiliário em Criciúma e vice-presidente do Secovi Sul/SC, Juarez Sabino, acredita que este aumento nas vendas se deve à coragem dos empreendedores e ao fato de que as pessoas estão mais confiantes na economia do Brasil. ?Presumimos que esse seja um Governo que vai fazer algo pelo mercado imobiliário. Além disso, também existe uma expectativa positiva das pessoas, elas estão mais confiantes para investir?, avalia Sabino.

Ele recorda que, em 2014, o setor imobiliário viveu a maior crise dos últimos tempos. ?Tivemos o momento ruim, depois o mercado veio bem devagar, havia pouca busca por imóveis e fechamento de negócios quase zero. Depois, houve um período de estagnação, não crescia, mas também não caía. A partir do fim de 2018 observamos o começo da reação, ainda acanhada, devido à pouca confiança que o mercado dava ao Governo, mas já era o começo da recuperação, que é o que estamos vivendo hoje?, declara o vice-presidente.

José Mondardo também é empresário do ramo imobiliário em Criciúma e cidades vizinhas, além de conselheiro fiscal do Secovi Sul/SC, e está confiante nesta recuperação. ?Já pagamos bastante caro nos últimos anos, o mercado estava retraído e os preços caíram bastante. Eram duas variáveis negativas: o excesso de ofertas e a queda acentuada no poder aquisitivo das pessoas. Agora, em função da economia em crescimento, as pessoas vão retomar a procura por imóveis, isso porque, quando a economia começa a crescer, gera otimismo nas pessoas?, adianta Mondardo.


Produção de imóveis

O crescimento também já se mostra positivo na produção de imóveis, tanto por parte das construtoras, como os particulares. Especialistas do setor imobiliário já perceberam o aumento na oferta, com mais imóveis disponíveis para venda, além de diversos empreendimentos sendo lançados ou entregues.

Ainda segundo eles, a oferta dos chamados imóveis populares ? com financiamentos facilitados, principalmente, pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal ? nunca diminuiu. Portanto, o que está sendo observado, agora, é um crescimento na oferta de imóveis nos padrões médio e alto.

?É mais fácil produzir 10 casas de R$ 100 mil do que um imóvel de R$ 1 milhão, por isso o mercado de alto padrão precisa de um pouco mais de estabilidade para conseguir crescer, e isso não estava acontecendo. Agora, está sendo lançado todo tipo de imóvel, desde imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida, até imóveis de alto padrão e até de luxo, que era um mercado que tinha praticamente sumido. Isso é um bom sinal, é sinal de confiança?, comenta o presidente do Secovi Sul/SC.

De acordo com ele, tudo isto demonstra que esta é uma boa oportunidade para investir no setor e adquirir imóveis. ?Dá para considerar, sim, que é um bom momento para adquirir um imóvel. É um momento de incerteza política, mas não econômica. E o imóvel continua sendo o investimento mais seguro, pode não ser o mais rentável no momento, isso vai acontecer com o tempo, mas continua sendo o mais seguro. O mercado imobiliário, hoje, é o mais seguro que existe, ele não está sujeito às intempéries da política, ninguém tira o seu imóvel, desde que você esteja com os pagamentos em dia?, finaliza Machado.


Postado em 24 de Junho às 16h44

SECOVICARD PARA ASSOCIADOS

VIA CORPO & SECOVI SUL/SC
Uma parceria que te oferece saúde e qualidade de vida

Associado do Secovi Sul/SC, por meio do Secovicard, tem acesso a vantagens exclusivas. Agora, com o cartão de vantagens do setor da habitação, nosso sócio vai poder usufruir do segmento saúde e bem-estar.

A novidade é a parceria com a Academia Via Corpo, com descontos nas mensalidades e outros benefícios. A Via Corpo Academia conta com uma equipe de profissionais de alta qualificação técnica, nas diversas modalidades oferecidas. E estrutura que oferece uma grande variedade de aparelhos para o desenvolvimento de um ótimo condicionamento físico, tornando sua atividade mais agradável a cada dia.

Preocupação e bem-estar do aluno, dos bebês à melhor idade, todos tratados com muito carinho e respeito pela equipe Via Corpo, com o suporte do Secovi Sul/SC.

Associe-se ao Secovi Sul/SC e participe ativamente na definição dos rumos do setor da habitação e ainda conte com um clube de benefícios.

SECOVI CARD
PEÇA O SEU SECOVICARD E COMECE A USUFRUIR AGORA DOS BENEFÍCIOS.

*O cartão não terá mensalidade ou anuidade, apenas o custo de sua emissão.

Mais informações pelo e-mail ou telefone do Secovi Sul/SC
secovicr@gmail.com
(48) 3437-6039

Postado em 18 de Junho às 09h36

SECOVICARD PARA ASSOCIADOS

UM CARTÃO DE VANTAGENS EXCLUSIVO PRA O SETOR DA HABITAÇÃO

PEÇA O SEU SECOVICARD E COMECE A USUFRUIR AGORA DOS BENEFÍCIOS.

Associados ao Secovi Sul/SC agora podem aderir ao SecoviCard. Novidade que possibilita descontos e benefícios como nas áreas da saúde e serviços.

- Consultas e procedimentos médicos
- Dentistas
- Laboratórios de análises clínicas
- Postos de combustíveis
- Outros estabelecimentos.

COMO TER ACESSO?

Procedimento para aderir ao cartão é que a empresa se associe ao Secovi Sul/SC. A partir disto, a empresa, os funcionários diretos e seus dependentes passam a ter a possibilidade de solicitar o cartão.

ALGUNS NÚMEROS

Descontos em procedimentos e/ou consultas médicas e odontológicas podem chegar em até 50%. A lista completa, inclusive com os respectivos benefícios, estará disponível no site do sindicato.

ABRANGÊNCIA

A área de abrangência do Secovi Sul/SC, contempla 31 municípios da região Sul do estado.

ADESÃO

O cartão não terá mensalidade ou anuidade, apenas o custo de sua emissão.

Mais informações pelo e-mail ou telefone do Secovi Sul/SC
secovicr@gmail.com
(48) 3437-6039


LISTA DOS PARCEIROS PARA USAR O SECOVICARD


Médicos Credenciados Secovicard
GINECOLOGIA
-Anelise Amboni
-Maria Inês da Rosa
-Marcio Arcangelo Zaccaron
-Vanilla Citadin Zanette

OFTALMOLOGIA:
Marcos Nunes
André Sônego

GASTROENTEROLOGIA
Luiz Carlos Borba

DERMATOLOGIA
Luiz Felipe Blanco
Karla Ceretta
Tatiane Watanabe

VASCULAR
Levi Grandi
Rodrigo Grandi
Caroline Nesi

PSIQUIATRIA
Marcelo Bremm
CARDIOLOGIA

Clinica Cardio Milennium
Clinica Cardioserv

ENDOCRINOLOGIA
Manuel F. Neto

MASTOLOGIA

Adriano Cartaxo Esmeraldo

ORTOPEDIA
Adair Cabreira

NEFROLOGIA
Bruno Lichenfes
Celso Lufchitz

UROLOGIA
Rozenir Ramos

CLINICA MÉDICA
Eduarda Rodrigues Rocha
Carla Patricio Uliano

ÓTICAS
Ótica Miguel Araranguá
Centro ótico São José Criciúma
Ótica Michels Criciúma

POSTO DE COMBUSTÍVEL

Postos Rizzotto Araranguá
Posto Darolt Criciúma

ULTRASSONOGRAFIA, RAIOS X, EXAMES LABORATORIAIS

URC-Radiologia Criciúma
Sul Clinicas Criciúma
Citocentro Laboratório Citologia Criciúma
UDOC-Densitometria óssea Criciúma
Resultra Diagnóstico-Ultrassom Criciúma

Postado em 06 de Junho às 10h16

MP da Liberdade Econômica encerra discussão sobre perdão na alienação fiduciária

Mudanças tratam sobre a soberania do que é pactuado em contratos

Apresentada pela Presidência da República e em tramitação no Congresso Nacional, a Medida Provisória (MP) nº 881, de 2019, também conhecida como MP da Liberdade Econômica, altera diversas áreas do Direito Privado, Direito Econômico e do Direito Administrativo. Os principais objetivos das mudanças, segundo o Governo Federal, são promover a redefinição da atuação do Estado, como agente normativo e regulador da atividade econômica; diminuir o caráter intervencionista de algumas regras e princípios de Direito Civil; além de gerar inovações relacionadas à fluidez do trânsito de riquezas.

No que diz respeito ao Direito Privado, chama a atenção dos setores habitacional e imobiliário uma alteração no Artigo 3º, VIII, o qual trata sobre os negócios jurídicos empresariais. A MP dispõe que nenhuma norma de ordem pública estará acima do que for livremente estipulado entre as partes pactuantes, ou seja, contratos empresariais não poderão ser alterados judicialmente, como ocorre até que a medida seja aprovada no Congresso.

Com isto, explica o presidente do Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC), Helmeson Machado, devem ser encerradas as discussões acerca da possibilidade ou não de cancelamento do perdão legal em casos de leilão dos bens dados em alienação fiduciária.

“Alienação fiduciária significa dar um bem em garantia de um empréstimo com a possibilidade de retomada rápida desse bem. Isso está previsto em Lei e, inclusive, foi a forma de alienação que possibilitou a existência do “Minha Casa, Minha Vida”. Antigamente, o financiamento imobiliário era muito mais difícil e com taxas mais altas porque o risco também era mais alto, já que a possibilidade de retomada do imóvel em caso de falta de pagamento era muito pequena. Hoje não, a alienação fiduciária possibilitou a melhora no crédito”, pontua.

Como acontece hoje

Atualmente, caso o pagamento não seja efetuado, o credor informa o Registro de Imóveis e este notifica o devedor, o qual tem até 90 dias para saldar a dívida. Caso isto não aconteça, a escritura do imóvel dado em garantia é transferida para quem emprestou o dinheiro, seja um banco, operadora de crédito, agente financeiro, entre outros.

“Todo agente financeiro que atua com o recurso de empréstimo trabalha com a alienação fiduciária. Essa é a forma mais garantida no financiamento imobiliário porque o imóvel é um bem seguro, chamado de garantia real, na hora de receber o dinheiro de volta. Diferente de outros bens, como automóveis, joias, que podem sofrer avarias, ser roubados, por exemplo”, afirma Machado.

Em contraponto, ele ressalta que havia uma discussão jurídica, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), de que, caso a pessoa possua um único bem, este não seria passível de alienação fiduciária sob hipótese alguma. “As pessoas iam ao banco, pegavam dinheiro emprestado, entregavam seu único bem em garantia, seu único imóvel, o banco fazia a alienação fiduciária e liberava o dinheiro. Depois, caso não fosse feito o pagamento, o banco acionava o devedor e cobrava judicialmente”, destaca.

O que é o perdão legal

Machado explica, ainda, que, num primeiro momento, aquele bem iria à leilão pelo valor que ele vale, porém, se não fosse vendido, ele poderia ser leiloado novamente, desta vez pelo valor do saldo devedor. No entanto, nem sempre o valor em débito é suprido pelo valor alcançado através do leilão.

“Neste caso, poderia ser feito de duas formas: continuar a execução de cobrança do valor restante em nome do cliente que está em débito ou perdoar o débito restante. Esse é o chamado perdão legal da alienação fiduciária, que o devedor entregue o imóvel e seja feita a quitação total da dívida, já que o bem é a garantia da dívida”, reforça.

Esta é a forma como ocorrem a alienação fiduciária e o perdão legal até o momento. O presidente do Secovi Sul/SC afirma que, independente do juízo de valor de certo ou de errado, o que a Medida Provisória prevê é que tudo isto seja pactuado entre as partes no momento do empréstimo.

“Ou seja, se houver expressa menção do desejo das partes no contrato, que ele seja soberano. Isso já acontece em diversos países, a vontade das partes é superior a qualquer outra coisa. Exemplo: foi pactuado que a entrega do imóvel seria suficiente para quitar todo e qualquer débito existente, perfeito, isso deve ser feito. Foi pactuado que, se houvesse um saldo remanescente, poderia ser cobrado judicialmente, ótimo, isso também tem o seu valor. Essa MP é para isso, para que o pactuado entre as partes seja soberano, mesmo frente a qualquer outra Lei”, conclui.

  • SECOVI SUL/SC - Sindicato da Habitação -
  • SECOVI SUL/SC - Sindicato da Habitação -